Me fez pensar mais uma vez sobre o valor das nossas decisões.
Eu fui assistir querendo ver mais uma vez, um cara galinha e insensível ser completamente laçado por uma paixão.
Mas a história vai além disso, porque essa que arrebata o coração do Dom Juan, tem o mal de Parkinson.
Mas a história vai além disso, porque essa que arrebata o coração do Dom Juan, tem o mal de Parkinson.
Ele sempre soube, mas não pensava nisso, muito menos no futuro. Até que ao viajarem pra uma Convenção de Médicos, a moça, que tem dificuldades em ter boas expectativas para o futuro, vai até uma reunião onde só tem pessoas com essa doença.
Pra mim essa é a parte chave do filme, quando Randall (o galinha) conversa com um senhor. Cuja a mulher está num estagio bem avançado da doença. E esse senhor começa a descrever o que aconteceu com a vida do casal por causa da doença.
Afinal essa doença vai definhando a pessoa, que vai perdendo o controle sobre si próprio e dependendo cada vez mais de outras pessoas, em tudo até em coisas simples como vestir a roupa.
Uma coisa é você estar com uma pessoa à algum tempo, e ela ficar doente, e vocês juntos descobrirem como agir diante da situação. Outra coisa é alguém te retratar o futuro certo do seu relacionamento, porque a doença é assim.
Não é uma decisão fácil, por mais que queira passar o resto da vida do lado de quem se ama, e mesmo sabendo que tudo pode acontecer, ninguém escolhe ficar doente, mas ao pensar no futuro saber que ele terá que cuidar e ter toda a paciência do mundo com uma pessoa que, sim, está morrendo aos poucos e mais rápido que as demais.
Porque essa doença traz, além de todas as dificuldade, a depressão que é mortal também.
E eu pensei, será que eu encontrarei alguém que me ame tanto ao ponto de, mesmo com todas as dificuldades normais do dia a dia, ficar comigo mesmo sabendo que até o fim teria que cuidar de mim, em todos os detalhes e em cada momento da sua vida.
Sinceramente, esse amor não poderia ser normal.
Eu me pergunto se eu amaria à esse ponto, de sacrificar minha vida a cuidar, dessa maneira, de alguém...?
É claro, que com os anos, as doenças podem aparecer, e não desejamos isso e imaginamos uma vida normal.
É como entrar num barco onde sabemos que pode afundar, isso não é impossível, mas ter a certeza que ele vai afundar e mesmo assim entrar nele, não é pra qualquer um.
Não é uma decisão fácil, por muito menos as pessoas desistem de seus amores.
Mas independente de barcos ou doenças, eu quero, eu espero encontrar alguém que me ame, acima de qualquer coisa, das previsões do futuro, dos problemas do passado, acima de tudo e acima de todos.
Porque essa doença traz, além de todas as dificuldade, a depressão que é mortal também.
E eu pensei, será que eu encontrarei alguém que me ame tanto ao ponto de, mesmo com todas as dificuldades normais do dia a dia, ficar comigo mesmo sabendo que até o fim teria que cuidar de mim, em todos os detalhes e em cada momento da sua vida.
Sinceramente, esse amor não poderia ser normal.
Eu me pergunto se eu amaria à esse ponto, de sacrificar minha vida a cuidar, dessa maneira, de alguém...?
É claro, que com os anos, as doenças podem aparecer, e não desejamos isso e imaginamos uma vida normal.
É como entrar num barco onde sabemos que pode afundar, isso não é impossível, mas ter a certeza que ele vai afundar e mesmo assim entrar nele, não é pra qualquer um.
Não é uma decisão fácil, por muito menos as pessoas desistem de seus amores.
Mas independente de barcos ou doenças, eu quero, eu espero encontrar alguém que me ame, acima de qualquer coisa, das previsões do futuro, dos problemas do passado, acima de tudo e acima de todos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário